
terça-feira, 8 de março de 2016
Chapada Diamantina
Localizada na Bahia, mostra que o estado preserva uma rica fauna repleta de vegetação, nascentes de águas cristalinas, montanhas, mirantes e cachoeiras. Conhecida por abrir uma das maiores quedas de água do país, possui uma temperatura média amena, variando entre os 22°C e 24°C. O período mais seco, que vai de agosto a outubro, é mais indicado visitar a região, já que, durante o verão, as chuvas são abundantes.


Chapada dos Guimarães
foi criado com o objetivo de preservar a grande variedade de recursos naturais encontrados na região do Mato Grosso. As temperaturas médias anuais na região variam de 25ºC na Baixada Cuiabana a 21,5ºC nos topos elevados da Chapada. Algumas boas dicas de viagem são a visitação ao Vale do Rio Claro, ao Caminho dos Paredões e à Cachoeira Véu da Noiva, um dos pontos turísticos mais famosos do local. Outro destaque são as cavernas do Aroe Jari e do Kiogo Brado.


10 cachoeiras imperdíveis na cidade do Rio de Janeiro
>Cachoeira do Camorim (Pedra Branca)
O Açude do Camorim fica situado no Parque da Pedra Branca, bem pertinho do Rio Centro. É um grande lago com área de 210.000 m³ e profundidade de 18 metros, e está a 435 metros acima do nível do mar. Foi planejado por Sampaio Corrêa e construído por Henrique de Novaes em 1908, portanto não é natural — saiba mais neste post: Conheça tudo sobre o Açude do Camorim.
A famosa Cachoeira do Camorim, que é encontrada depois de uma hora de caminhada na trilha para o açude, é simplesmente fantástica. Da queda das águas do rio Camorim, que desce pela Serra do Nogueira, resulta a cachoeira e, aos seus pés, formam-se pequenas piscinas naturais.

Cachoeira do Chuveiro (Horto)
No Jardim Botânico, subindo pela rua Pacheco Leão, entre à direita, na Estrada Dona Castorina. Você chegará ao Parque Nacional da Tijuca. Caminhe por 20 minutos ou, se estiver de carro, dirija de três a cinco e, pronto, você estará na trilha que dá acesso à Cachoeira do Chuveiro.
Ela tem este nome, pois lembra mesmo um grande chuveiro: a queda d’água está dentro da fenda de uma rocha.
— Veja as várias maneiras de chegar até a Cachoeira do Horto e como fazer a trilha de acesso à ela, neste post: Roteiro da trilha da Cachoeira do Chuveiro (Horto) no Rio de Janeiro.
Cachoeira da Gruta (Horto)
Oficialmente, a Cachoeira da Gruta está fora do Parque Nacional da Tijuca, mas está bem pertinho da entrada dele. A queda d’água fica, literalmente, dentro de uma gruta. Ela forma uma piscina rasa onde é possível sentar e se refrescar.
Para chegar até lá, vá pela Rua Pacheco Leão, Estrada Dona Castorina, perto do Portão dos Macacos.
— Saiba mais aqui: Roteiro da trilha da Cachoeira da Gruta (Horto) – RJ.

Cachoeira dos Primatas (Horto)
Esta é uma queda d’água deliciosa que se forma com águas do Rio do Algodão, um dos responsáveis pela formação da Lagoa Rodrigo de Freitas. Ela tem uma ducha generosa que brota entre duas pedras. O poço que se forma aos seus pés é transparente e raso, com água até os joelhos no máximo.
Está muito próxima da Gruta dos Primatas, que é uma espécie um de salão de pedras, e recebeu este nome devido à quantidade de micos que habitam o local.
— Saiba mais aqui: Roteiro da trilha da Cachoeira dos Primatas (Horto) – RJ.
Cachoeira das Almas (Floresta da Tijuca)
Esta queda d’água de aproximadamente quatro metros é uma das poucas do Parque Nacional da Tijuca em que é permitido tomar banho. A Cachoeira das Almas é assim chamada, pois, de acordo com relatos históricos, ali os escravos faziam seus rituais de religiões de matriz africana.
Suas águas são, costumeiramente, geladas e o fluxo depende do volume de chuvas da época em que for visitada.
Parque Nacional de Ubajara – Ceará
Quando se fala em turismo no Ceará, a primeira imagem que nos vem à cabeça é a beleza paradisíaca de lugares como Jericoacoara e Canoa Quebrada. O Estado, porém, tem muito mais que lindas praias a oferecer aos viajantes. Agradando os que têm uma alma mais aventureira, o Parque Nacional de Ubajara fica a menos de 300 km de Fortaleza e tem como principal cartão postal a gruta de deu nome à reserva. Lá dentro, o roteiro é complementado por passeios de teleférico, trilhas, cachoeiras, riachos e mirantes.
Chapada das Mesas – Maranhão
Dentre as belezas encontradas no planalto brasileiro, apenas três são comumente lembradas entre os viajantes: Chapada Diamantina, Chapada dos Veadeiros e Chapada dos Guimarães. As três são igualmente incríveis, mas não podem ofuscar o encanto da Chapada das Mesas, no Maranhão.
Suas cachoeiras, grutas, rios, montes e demais formações rochosas instantaneamente capturam a atenção do visitante, fazendo um convite irresistível de praticar as mais diferentes atividades, que estão intimamente ligadas à natureza.
Alter do Chão – Pará
Aos poucos, Alter do Chão está ganhando o coração e a atenção dos viajantes brasileiros. Até porque é um desperdício um lugar de tamanha beleza não ser valorizado como atração turística de destaque no Pará. As praias da região são comparadas às praias caribenhas, detalhe que justifica por si só uma viagem até o local.
A areia branca, banhada pelas águas cristalinas e doces do rio Tapajós e o cenário de beleza única formam espetáculos inesquecíveis, que podem ser encontrados aos montes no local, graças a fenômenos como o encontro do rio Tapajós com o Rio Amazonas e a Floresta Nacional do Tapajós.
Piranhas – Alagoas
Um mergulho na cultura nordestina. Esta é a melhor definição para uma estadia em Piranhas, no Alagoas. A charmosa cidade histórica, com suas casinhas coloridas e ruas de pedra, é porta de entrada para um dos passeios mais emocionantes sobre as águas do rio São Francisco: os cânions do Xingô. As embarcações partem da cidade em direção a estas imensas formações rochosas e fazem paradas estratégicas para que os visitantes possam se banhar em suas águas esverdeadas.
Outra estrela do turismo em Piranhas é Lampião, que marcou a história da região com duelos e combates ali vividos. Para entender este capítulo histórico da cidade, a dica é visitar o museu ali instalado e fazer um tour entre a Rota do Cangaço.
Peirópoles – Minas Gerais
Este pequeno vilarejo, localizado a 21 km de Uberaba, é dona de um sítio paleontológico com fósseis de 80 milhões de anos. Ali, estão instalados um museu e o Centro de Pesquisas Paleontológicas "Llewellyn Ivor Price", que é, na verdade, um parque com réplicas de dinossauro em tamanho natural, com área para esporte e uma paisagem caracterizada pela beleza e tranquilidade. Nesta região foram encontrados os fósseis do maior dinossauro brasileiro, o que fez com que a cidade se tornasse referência no assunto.
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